Nao encontrei
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| The Flooz |
Tenho a insegurança de te encontrar no meu topo. No meu caminho... Ás vezes, parece um sufoco você falando e que eu nao possa dizer basta, apenas para aquele momento. E continuo caminhando... Trago cartazes na tentativa de criatividade, tudo acaba, tudo muito forçado. Onde estao as balas que fazem te aproximar mais longe de mim, se te despejo num lugar tao indecente ou mesmo no seu sofá... A banalidade some se veste de verdade condicente... Ao entrar no banheiro aquilo parece abafar sua presença no meio desta situaçao aleatória, eu peço: "Me espere". Você responde: "Que?". Eu tentei escutar sua resposta final, que importa. Corri por baixo de pontes e mendigos olharam, minhas batata nao aguentaram, caminhei-venci... Estava naquela avenida que me tirava do sério, delírios matutino que passeavam ao redor da música trêmula que balançava cada gota sanguínea. HARMONIA. Desisti mais um pouco e cai na realidade que estava de tenis furado e água, entrava sem dó. Calça manchada a batom, a chuva complementava... Se houvesse mundo mais intenso que este eu pediria por prisao domiciliar. E os pedaços do que deixei viraram pó, viraram canela em pó... Onde está América de 40 anos? No fim do poço, por agora, por amanha viverei um pouco menos e entao a cada minuto nao deixe de descobrir. Que seja um pouco de liberdade imatura, que seja condiçao econômica mas nao deixarei impostos, brigas e essas outras coisas amorteçam o que eu sempre pedi... O nada, em troca da vida incerta. Aqui estou, me deixa um pouco mais pra lá de pedestres e motoristas isso tudo está enchendo demais as linguiças e sacos vazios.