25 de fev. de 2012

Em 2018

Foto: Esther Sarah Emily
 Desde o ano passado(2010) tô querendo programar saudade pra 2018 se é que minha mente pode guardar tais amigos temporários que estiveram um segundo da minha vida e fez desse segundo inesquecível conquistou pedaço de mim.

 Devo dizer aqui por extenso que esse segundo sim é: segundo, hora, mês, ano. Nao sinto obrigaçao por ligar ou falar constantemente com elas. Mas um dia já seria o bastante pra preencher o espaço de  grao de areia. Assim nos meu poucos 17 espaços obtive coisas que na vida de populares nao tivessem o que eu tenho no alto do meus espaços mas tenho dito que o que eu preso sem medo e por convivência agarro e torturo com a minha presença, queira ou nao. Meus laços sao simples mas eu tomo uma intensidade diferente de outros. Coisa particular mas nada tao abominável... É coisa particular de alma própria sem cópia.
 Nesse jeito eu encaixo elas na minha vida e ensinamentos pra entao poder agradece-los com mao no coraçao.

Volte...

 Pois sim, hoje por coincidência é aniversário de um amigo. Eu o considero.
 Vamos a historinha curta.
 Acontece que ele é primo de um "melhor amigo" que já pelo meu melhor amigo já tinha um carinho e já o tornava legal mas ele conquistou o mais legal porque naquela época que eu comecei a considerar-lo amigo foi por conta de, digamos "novas experiências", e ai numa dessas ele estava na turma de sempre. Geralmente reuníamos amigos do colégio... E ele foi sendo agregado a nossa trupi, sendo que nas conversas e risadas acabamos criando laços distantes porém existiam que só tinham contato quando raramente ficávamos em reunioes.
 Chegando nesta atualidade que nunca mais tive contato após a mudanças de amigos, comigo e a vida. Até que lembro dele no próprio aniversário com um grande carinho o entao PRIMO mas nao meu mas por consideraçao a nossa turminha noturna... Foi bom ter-lo enquanto durou-se.

Entao já deixo aqui um pedaçinho desse sentimento violento porém purificador: SAUDADE.




2018 ano do: NOSSA! QUANTO TEMPO! TUDO BEM?

21 de fev. de 2012

Foto: Carla Gomez

Minha cidade

Foto: jacobssalon, rafaelsalles e fernandodefranca

Dilema

 Uma menina muito forte e segura, deixava as baratas passearem em sua frente. Nao se mexia por medo ou insegurança. 

 A vida dela merecia muito mais dos outros. Dela que era uma completa turista em momentos diversos e desconhecidos por muitos seres. Ela, somente ela, conhecia e viajava. Sem permissao, sem documentos e sem  expectativa. O que ela pisava nao tinha fim, tudo parava para que ela prestasse atençao no que aquilo se transformaria com a sua partida. Deixar de ser para detalhar seu sentimento por lugares e objetos que transformavam sua existência pequena-minúscula e imprópria. Ela que nao chorava por sí, chorava para os outros.
 A alma era tao vazia e cheia.

 Pessoas nao habitavam seu universo e o que os fins eram faziam do mundo particular dela fazer todo sentido e ter uma explicaçao que sua existência serviria.
 Muito das coisas para ela. Nao serviria para nós. E era isso que procurou para sí mesma...
 Decepçao e alegria vinha do resto que os outros jogavam e o universo dela construia o infinito, outras estrelas sem esquecer de um cubo de espaço.

 Harmonia para Aghata.
 Move sua constelaçao para DILEMA 
humano.


___________________________Ps: Era a única coisa humana que Aghata via na sua constelaçao infinita.