Uma menina muito forte e segura, deixava as baratas passearem em sua frente. Nao se mexia por medo ou insegurança.
A vida dela merecia muito mais dos outros. Dela que era uma completa turista em momentos diversos e desconhecidos por muitos seres. Ela, somente ela, conhecia e viajava. Sem permissao, sem documentos e sem expectativa. O que ela pisava nao tinha fim, tudo parava para que ela prestasse atençao no que aquilo se transformaria com a sua partida. Deixar de ser para detalhar seu sentimento por lugares e objetos que transformavam sua existência pequena-minúscula e imprópria. Ela que nao chorava por sí, chorava para os outros.
A alma era tao vazia e cheia.
Pessoas nao habitavam seu universo e o que os fins eram faziam do mundo particular dela fazer todo sentido e ter uma explicaçao que sua existência serviria.
Muito das coisas para ela. Nao serviria para nós. E era isso que procurou para sí mesma...
Decepçao e alegria vinha do resto que os outros jogavam e o universo dela construia o infinito, outras estrelas sem esquecer de um cubo de espaço.
Harmonia para Aghata.
Move sua constelaçao para DILEMA humano.
___________________________Ps: Era a única coisa humana que Aghata via na sua constelaçao infinita.