28 de abr. de 2015

Conversando sobre pássaros

Durante nossa conversa de domingo:

- "Você só deixa as coisas permanecerem presentes na sua vida porque você deixa!"`
[parece tao obvio - Em quanto isso ainda ia processando entre uma cerveja e outra, fiquei imaginando onde estava minha cabeça. Se estava no trabalho, se G. estava dormindo ou se meu pai poderia me ajudar pagar as contas desse mês? Ainda nao lembro.]

Voltei.

Ainda queria que ele estivesse aqui mesmo longe e sem ter importância na vida. Ainda assim ele estava na mesma cidade, com mesmos ares... No mesmo estresse e quizá, mandando mais uma msg nas redes sociais. 

Nunca o deixei, ele também nao. É por isso que tanto me incomoda, por ser persistente e eu nao ser igual... Ignorei até onde pudi. Mas meu orgulho (pra sorte dele, tem hora pra acabar) falei com ele e surge a mesma história: Pássaros.

O que meses atrás só era uma conversa, "linkou-se". De onde aquela conversa poética saiu e surgiu? Era pela saudade, conveniência ou por me reapaixonar pelo vigésima vez? Nada.
Como uma criança que aprender a escrever, quer praticar. Desenhar, escrever e deixar seu nome em todas as partes do mundo, extravasar pra tudo e todos... Lá está meu menino, querendo me direcionar.
Suas palestras coaching/PNL/auto-ajuda testar em pessoas próximas em quem leva a sério.

"sou um galho e você um pássarinho
quero te ver voar e quando precisar
sempre vir pousar, vou te dar abrigo"

Esse passarinho, quer voar e pousar sempre em você. Por que a vida é bela se tiver em alguém que possa se apoiar e ser grato, por me dar abrigo. 

Libriano, persistente e sonhador.